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Museu > Distrito de Castelo Branco > Concelho de Castelo Branco >
Arlequim

Autor: Manuel Cargaleiro

Localização: Castelo Branco. Parque da Cidade ( Mata dos Loureiros)

Data de Inauguração: 12.03.2004

Promotor: Projecto Polis de Castelo Branco

Materiais: Azulejo cerâmico

Dimensões: 16m x 15m x 2,65m

Descrição/ Tema: Os painéis estão integrados numa fonte do Parque da Cidade, constituída por uma composição de vários elementos de configuração geométrica, alguns dos quais jorrando água para um espelho de água com base circular. Revestem estes elementos os painéis, de linhas geometrizantes (apanágio de muitas das obras do artista), desenvolvendo uma harmoniosa conjugação de cores com a massa volumétrica e a envolvência, alguns com motivos “arlequim” (losangos) de policromia: azul, preto, vermelho, verde e amarelo, outros monocromáticos em tons de verde e de rosa, tendo nestes inscrito um poema "Cantiga, Partindo-se", da autoria de João Roiz de Castel-Branco.

Historial: A reabilitação da fonte que integra os painéis, está inserida no programa de reabilitação do Parque da Cidade, no âmbito do Programa Polis - Programa de Requalificação Urbana e Valorização Ambiental da Cidade de Castelo Branco. A equipa projectista da reabilitação do parque, na parte de coordenação e arquitectura paisagista é constituída por Jorge Cancela, Sofia Vaz e Miguel Marques Pereira e na parte de arquitectura é constituída por Manuel Sousa Mendes e Doriana Santos
O actual Parque da Cidade, está situado nas antigas hortas e mata do Paço Episcopal que foi construído para residência de Inverno dos Bispos da Guarda, por iniciativa de D. Nuno de Noronha (1596 – 1598), que adquiriu os terrenos para efeito numa área de produção agrícola. Com a sua morte em 1608, parte dos bens devido a endividamento, provocado pelas obras encetadas, foram vendidos em hasta pública, foram novamente adquiridos na totalidade em 1614 pelo novo bispo da Guarda, D. Afonso Furtado de Mendonça.
Entre 1715 e 1725, por iniciativa do bispo D. João Mendonça, houve uma reedificarão do Paço e a execução dos jardins, na altura a cerca do paço integrava além dos jardins, uma quinta de recreio com horta ajardinada, parque de caça, um bosque e olival, denominado Olival da Mata.
Em 1910 o edifício e jardim foi adquirido pelo Estado, tendo o Município adquirido os anexos rústicos.

Bibliografia: - FRANÇA, José Augusto, A Arte em Portugal no Século XX, 1911 – 1961, Lisboa ,1991

Fotógrafo: Pedro Medeiros

Ano de Registo Fotográfico: 2004
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