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FESTIVAL ABRIL DANÇA EM COIMBRA 2018

FESTIVAL ABRIL DANÇA EM COIMBRA 2018 px
3/4/2018 a 29/4/2018
4 a 29 de abril

Partindo de um interesse comum pela dança contemporânea e reconhecendo o lugar central que a dança ocupa na renovação da linguagem das artes performativas nas últimas décadas, a Câmara Municipal de Coimbra e o Teatro Académico de Gil Vicente promovem a organização conjunta de Abril Dança em Coimbra, uma iniciativa que teve em 2016 a sua primeira edição e que se propõe envolver a cidade, mobilizando vários espaços, parcerias, formas de expressão e assumindo uma dimensão nacional de referência.

No Teatro Académico de Gil Vicente, a Companhia Paulo Ribeiro apresentará o projeto WALKING WITH KYLIAN. NEVER STOP SEARCHING, um diálogo entre criadores, formas de dançar e de pensar o corpo na contemporaneidade. No âmbito do Festival, o público poderá conhecer criações de Teresa Fabião (transAtlântica), Francisco Campos (DANÇA), Cristina Planas Leitão (Um[unimal]), e de Sara Toscano (OS LABIRINTOS DO MINOTAURO).

Pelo(s) palco(s) do Convento São Francisco irão passar a CNB/Companhia Nacional de Bailado (A PERNA ESQUERDA DE TCHAIKOVSKI), a performance participativa pela Compota (DÉLICATESSE), a CPBC/Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo - com criações de três jovens emergentes e, para famílias, BIANCA BRANCA de Leonor Keil. A encerrar o Festival, a Companhia Instável apresenta-se com NEM A PRÓPRIA RUÍNA.

A 29 de abril - Dia Mundial da Dança -, convidamos a participar numa visita dançada TERRITÓRIO ENTRE_ESPAÇO PERMEÁVEL por Inesa Markava, a partir da escultura de Pedro Figueiredo, exposta no Convento São Francisco.

Boas Danças.

PROGRAMA

qua 04 abril 21h30
Walking with Kylián. Never Stop Searching
Coreografia de Paulo Ribeiro/Companhia Paulo Ribeiro

Um passeio com Jiří Kylián. É assim que Paulo Ribeiro apresenta a sua nova criação de homenagem a um coreógrafo que respira o presente e exala a intemporalidade, alguém que carrega uma mão divina. Um coreógrafo que é - para Paulo Ribeiro - uma referência maior, com quem quer comunicar, partilhar, passear intensamente. Em WALKING WITH KYLIÁN. NEVER STOP SEARCHING, Paulo Ribeiro aproxima-se de Jiří Kylián, do que está por trás das suas obras, para refletir sobre a diversidade das suas linguagens coreográficas, especialmente, sobre a diferença entre elas; mas também sobre a eficácia da linguagem e do pensamento no ato da criação. Uma coreografia para cinco intérpretes e a mão de Deus.

Coreografia Paulo Ribeiro
Assistência ao coreógrafo Ana Jezabel
Interpretação Ana Jezabel, André Cabral, Miguel Oliveira, Miguel Santos e Teresa Alves da Silva
Coprodução Centro Cultural Vila Flor, Teatro Nacional São João, Teatro Viriato e São Luiz Teatro Municipal

auditório TAGV
duração aprox. 1h00
para maiores de 6

€7
€5
< 25, estudante, > 65, comunidade UC, grupo ≥ 10, desempregado, parcerias

sex 06 abril 21h30
Dança
De Francisco Campos

A história de três personagens que só se entendem quando dançam. DANÇA é uma espécie de esforço biográfico, em que três intérpretes descrevem no espaço as suas vidas atribuladas, os seus problemas pessoais, a sua incapacidade de se relacionarem entre si, e depois morrem em cena.
Em palco assistimos, na verdade, a três "danças da morte". As personagens, que até podiam ser fantasmas, lutam contra a inevitabilidade da sua própria morte.
Uma tragicomédia dançada.

Concepção e encenação Francisco Campos
Interpretação João de Brito, Leonor Keil e Francisco Campos
Estrutura associada O Espaço do Tempo

auditório TAGV
duração aprox. 1h00
para maiores de 12

€7
€5
< 25, estudante, > 65, comunidade UC, grupo ≥ 10, desempregado, parcerias

dom 08 abril 18h00
A Perna Esquerda de Tchaikovski
Companhia Nacional de Bailado

Tudo partiu duma pessoa e da sua vida. O desafio que Luísa Taveira, diretora artística da Companhia Nacional de Bailado, me lançou foi o de criar um espetáculo para uma bailarina que chega ao fim da sua carreira: Barbora Hruskova. O meu papel e o de Mário Laginha era o de traduzirmos para o palco, em colaboração com Barbora, esse momento definitivo dum corpo que está prestes a abandonar a dança.

…Desejamos também mostrar ao público aquilo que a dança clássica obsessivamente esconde: o trabalho infernal que está por detrás da beleza etérea do ballet. A disciplina militar, a dedicação que é quase devoção, a compulsiva busca da perfeição, as privações, a constante autocrítica.
E sim, o prazer. Mas o prazer que resulta da escalada extenuante a cumes inacessíveis.
Se estivesse já escrita a biografia da bailarina Barbora Hruskova, este seria um espetáculo livremente baseado nesse livro. E a personagem de Barbora seria interpretada pela própria Barbora. Como se devolvêssemos a tradução à sua língua original. Partimos da sua história pessoal e tentámos torná-la uma história de todas as bailarinas para todo o público. Mas depois devolvemo-la a Barbora para que esta tradução seja preenchida do seu sentido original e da sua energia vital. Barbora costuma dizer que dançar é ser “atravessada pelas tempestades”. Ao vê-la interpretar o material que lhe compusemos, descobrimos que é ela a verdadeira tradutora. Barbora traduz as tempestades.
— Tiago Rodrigues, janeiro de 2015

Texto e Direção Tiago Rodrigues
Bailarina Barbora Hruskova
Música e Piano Mário Laginha

grande auditório Convento São Francisco
duração aprox. 1h30
para maiores de 6

€10
€8 estudante ≤ 30 anos, ≥ 65 anos, grupos ≥ 10 pessoas
€5 bilhete especial (alunas/os de dança)


sex 13 abril 21h30
Délicatesse Compota site specific e live cooking
Sentidos Ilimitados

Do encontro de um grupo de artistas com espetadores surge a performance participativa DÉLICATESSE. Um convite para um festim em torno de uma mesa posta, onde um Chef prepara sabores para degustação. Movimento, som, vídeo e a palavra se interligam em discurso direto sobre o amor e a amizade, reais alimentos da partilha humana.
A performance propõe a quebra de barreiras entre "público" e "artistas". Cria um cenário no qual o público é convidado a participar e onde a obra de arte emerge do envolvimento dos espetadores com os artistas e das situações que se vão desenrolando.
DÉLICATESSE integra-se no projeto Compota a partir do que é espontâneo e honesto, artistas movimentam-se lado a lado com os espetadores, existindo e interagindo entre si em tempo real. Uma viagem pela criatividade na vivência de uma experiência interativa de comunidade e comunicação.

Paula Pinto (conceito, coordenação e direção de cena)
Intérpretes: Catarina Ramos, Maria Fonseca, Matilde Barbas, Marta Rijo, Nelson Teunis e Rita Omar (movimento) | Luís Fernandes (criação sonora e musical) | Daniel Rondulha (vídeo) | Hugo Ferreira (live cooking)
Participação especial de Catarina Moura e de alunas/os de Dança do Conservatório de Coimbra

antiga igreja Convento São Francisco
duração aprox. 1h
para maiores de 12

€10
(lotação limitada)

dança
ter 17 abril 21h30
transAtlântica
De Teresa Fabião

Solo autobiográfico de uma portuguesa em Salvador, construído da experiência cultural e como isso transforma o seu corpo, sua(s) identidade(s), e sua maneira de estar no mundo. Através de uma ambiguidade entre ficção e realidade (misturando entrevistas reais da criadora à tv/rádio, vivências pessoais, e entrevistas feitas a outras pessoas), gera-se uma perspetiva multivocal da experiência de ser estrangeiro/ ser “diferente”. Do vaívem de um corpo transatlântico, do violento prazer de uma “transa”, surge esta criação, dedicada a Salvador.

Criação e interpretação Teresa Fabião
Assistência dramatúrgica Fábio Vidal
Conversa pós espetáculo

auditório TAGV (lotação limitada)
duração aprox. 45’
para maiores de 12

€7
€5
< 25, estudante, > 65, comunidade UC, grupo ≥ 10, desempregado, parcerias


qua 18 abril 21h30
CPBC #1
Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo
Três jovens coreógrafos no primeiro programa da temporada de 2018 da Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo como uma nova visão da dança contemporânea e o compromisso com as novas gerações de criadores. Os coreógrafos escolhidos: os emergentes Miguel Ramalho e Margarida Belo Costa, e André Mesquita, um coreógrafo experiente que se tem afirmado no plano nacional e internacional por via da qualidade das suas obras e da atualidade da sua visão coreográfica.

BLACK SUN
Coreografia André Mequita
Música Richard Skelton
O tema que inspira André Mesquita a pensar e a trabalhar sobre a “perda de visão”, é a condição sensível do “acidente mecânico”.
“People often think that their individual fate is everything.
How wrong we are!
It is enough to contemplate the invisible to know how much there is that is greater than fate.
Yes, close your eyes, you will see what light renders invisible.”
— Hugues Montalembert

PROMISE
Coreografia Margarida Belo Costa
Música Helga Sengeleitner; Klaus Storck; Ferdinand Ries; Ernst Reijseger; COH.
Figurinos e Cenografia Margarida Belo Costa e Joana Subtil

A promessa como acto, crença, compromisso ou contrato.
O prometer para iludir, para fantasiar, para omitir.
O prometer para cuidar, para cumprir, para realizar. A consequência de uma promessa é o Homem que a faz, pela sua natureza, pelo seu objetivo, pelo seu fundamento.
É a promessa uma confirmação para o Homem?
A promessa como juramento não passa de um extra para a afirmação de uma ideia, mas está longe de dar fidelidade à sua concretização. Como uma segurança platónica, existe para o limbo da afirmação.
— Margarida Belo Costa

SOUNDLESSNESS
Coreografia Miguel Ramalho
Música colagem musical de Miguel Ramalho
Figurinos Liliana Mendonça

O baile é um encontro formal de pessoas para dançar.
Por breves instantes, vivemos o desenquadrar de realidades onde cada máscara permite ao portador sair em liberdade sem quaisquer limites de julgamento ou descriminação.
Pé ante pé, valsamos num tempo estagnado (esgotado) percorrendo uma linha tênue entre a nobreza e o degredo.
Perdemos-nos em identidades que não são nossas, como uma máscara de hera que nos orna a fronte esquecida.
Através de grandes obras da música clássica, procuramos a melhor forma de orquestrar a nossa presença na sociedade.
— Miguel Ramalho


grande auditório Convento São Francisco
duração aprox. 01h30
para maiores de 6

€10
€8 estudante ≤ 30 anos, ≥ 65 anos, grupos ≥ 10 pessoas
€5 bilhete especial (alunas/os de dança) 
sex 20 abril 21h30
Os Labirintos do Minotauro
De Sara Toscano

Um espetáculo de dança com música ao vivo que retrata a luta entre um herói (Teseu) e os seus medos (o Minotauro). Esse confronto decorre no interior de um labirinto. Simultaneamente real mas intangível este é um espaço em constante mutação e representa a teia de pensamentos, emoções e relações que nos rodeiam e nos definem.

Coreografia Sara Toscano
Interpretação Cláudia Laia, Vera Mahsati, Cris Aysel
Percussão Abdul Wahid
Guitarra José Freitas
Voz Pedro Ivo
Coro Raquel Correia, Raquel Nogueira Diogo, Sofia Vaz Ribeiro

auditório TAGV
duração aprox. 1h05
para maiores de 6

€7
€5
< 25, estudante, > 65, comunidade UC, grupo ≥ 10, desempregado, parcerias


sex 20 abril 10h00 (especial escolas)
sáb 21 abril 16h00
Bianca Branca
De Leonor Keil

Branco é a cor preferida da Branca. Há quem diga que branco é uma cor sem ser cor.
Numa empolgante e envolvente confissão Branca conta-nos os seus pequenos prazeres, sonhos, medos, desejos todos eles de cor branca. Quando menos esperamos podemos ser surpreendidos por um sentimento muito forte e de repente, o mundo fica de pernas para o ar mas muito mais humano e principalmente mais colorido.

Coreografia Leonor Keil
Interpretação Marta Cerqueira
Produção executiva Culturproject

black box Convento São Francisco
duração aprox. 30 min.
para maiores de 3

€4
€6 famílias 2 adultos + 2 crianças até 12 anos ou 1 adulto + 3 crianças até aos 12 anos
€2 bilhete especial ≤ 12 anos, ≥ 65 anos, grupos ≥ 10 pessoas
€5 bilhete especial (alunas/os de dança)


Como forma de articular esta e outras manifestações de criação contemporânea com as várias instituições de dança da cidade de Coimbra, bem como alargar esta prática artística à comunidade, o PEMP-Convento São Francisco/CMC convida Leonor Keil para o Fora de Cena — atividades transversais levadas a cabo pelo PEMP que permitem um contacto próximo entre o artista a comunidade e o território.


sex 27 abril 21h30
Um [unimal]
De Cristina Planas Leitão
ESTREIA ABSOLUTA

Um solo que invoca a ideia de como um só corpo pode representar um coletivo e história comuns, através de uma macro-pesquisa sobre o lugar da dança, especificamente das danças de resistência, dos movimentos políticos e sociais e do seu impacto na nossa sobrevivência e manifestação dos corpos de hoje. UM [unimal] pretende investigar uma fisicalidade contínua, no virtuosismo do seu limite, através de um corpo que luta pela permanência em palco e cuja perseverança e exaustão contaminam e atraem, tal como o gladiador na arena, o maratonista em competição ou um solitário alpinista na sua escalada.

Conceito e direção artística Cristina Planas Leitão
Interpretação Daniela Cruz
Coprodução Culturgest, Teatro Municipal do Porto Rivoli. Campo Alegre, Teatro Aveirense

auditório TAGV (lotação limitada)
duração aprox. 1h00
para maiores de 14

€7
€5
< 25, estudante, > 65, comunidade UC, grupo ≥ 10, desempregado, parcerias


sáb 29 abril 15h00 e 16h45
TERRITÓRIO ENTRE – ESPAÇO PERMEÁVEL
VISITA DANÇADA/PERFORMANCE COREOGRÁFICA DE INESA MARKAVA

A exposição de escultura de Pedro Figueiredo, que o Convento São Francisco apresenta em alguns espaços do antigo edifício conventual, dá origem a esta visita dançada/performance coreográfica.
No espaço entre a obra e espectador,
No espaço entre real e imaginário,
No espaço entre palpável e efémero
Situa-se o corpo dançante, que convida a descobrir uma leitura, mergulhar numa das infinitas poéticas de movimento.
A visita leva-nos a descobrir novas relações entre o espaço e as esculturas de Pedro Figueiredo. Através da linguagem performática (...)
— Inesa Markava

Welcome Center e Celas do Convento São Francisco
duração aprox. 30 min.
para maiores de 3

entrada gratuita com inscrição para Bilheteira do Convento São Francisco



dom 29 abril 18h00
Nem a Própria Ruína
Palcos Instáveis/Companhia Instável
Dia Mundial da Dança

Nem a Própria Ruína é um espetáculo de dança criado com base em 10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte, uma obra de rock progressivo e instrumental de 1978, composta por José Cid. Para além de banda sonora, também a narrativa desta obra é conceptualizada como ponto de partida, uma redenção pós-apocalíptica. A história recente tem sublinhado a perigosidade humana, a sua destruição do planeta e possível extinção. Toda a evolução que a espécie protagonizou e assistiu parece então destinada a um desaparecimento total, não deixando ninguém para a recontar. Num futuro distante restará um universo imenso, possivelmente em expansão, cujo tudo e nada a nossa compreensão nunca perceberá.

Criação, interpretação, figurino, texto e desenho de luz Francisco Pinho, João Dinis Pinho, Dinis Santos
Música José Cid

Black Box Convento São Francisco
duração aprox. 45 min.
para maiores de 6

€8
€7 estudante ≤ 30 anos, ≥ 65 anos, grupos ≥ 10 pessoas
€5 bilhete especial (alunas/os de dança)


Programação conjunta TAGV e CSF para o Abril Dança em Coimbra
https://bit.ly/2uIZoYe

Local

Convento São Francisco | Teatro Académico de Gil Vicente

Outras informações

Convento São Francisco
Avenida da Guarda Inglesa, n.º1A
3040-193 Santa Clara, Coimbra
geral@coimbraconvento.pt
Geral: 239 857 190
Bilheteira: 239 857 191 (das 15h às 20H)
Horário: 15h | 20h (Seg. a Dom.)
Em dias de espetáculo: 15h | 22h


Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República 3000-343 Coimbra
239 855 636 :: seg a sáb 17h00-22h00
bilheteira@tagv.uc.pt

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