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Os CantAutores - d’Orfeu Associação Cultural

Os CantAutores  - d’Orfeu Associação Cultural px
21/4/2017 a 3/6/2017
21 abril | 22h00
Espaço d'Orfeu, ÁGUEDA

22 abril | 21h30
Teatro Municipal da GUARDA

24 abril | 21h45
Novo Ciclo ACERT, TONDELA

3 junho | 21h30
CALDAS DE S. JORGE



Os CantAutores | Nova série, agora em quinteto!

Uma década depois, Luís Fernandes e Miguel Calhaz retomam a parceria musical que uniu as suas vozes em “Os CantAutores”, o espetáculo da d’Orfeu que, nos primeiros anos deste século, circulou por todo o país e resultou num disco de referência homónimo. Parte da obra menos conhecida dos cantautores José Afonso, Sérgio Godinho, Fausto e José Mário Branco vai voltar a subir aos palcos nacionais, agora em quinteto, na companhia do pianista Marco Figueiredo (também da formação original), do saxofonista Rodrigo Neves e do baterista Rui Lúcio.

A genialidade de uma certa música de intervenção, cuja atualidade não se perdeu, muito menos deixou de despertar intenso fascínio às novas gerações de público. Trata-se de música marcante na história das últimas décadas do país, um Portugal cantado nos discos e na obra destes quatro cantautores. O tributo continua e não pode deixar de ser prestado. A d’Orfeu AC, num momento importante do seu percurso criativo, tem a honra de apresentar a 4ª série de “Os CantAutores”.

ELENCO

Miguel Calhaz
Voz e contrabaixo

Luís Fernandes
Voz, braguesa, acordeão e flauta

Marco Figueiredo
Piano

Rodrigo Neves
Saxofone

Rui Lúcio
Bateria


O QUINTETO

Miguel Calhaz
Contrabaixista e também ele cantautor com obra editada (disco “Estas Palavras", de 2012), Miguel Calhaz mantém intensa atividade nas áreas do jazz e da nova música portuguesa, tendo colaborado em dezenas de discos e projetos musicais. Encontra-se a preparar um novo trabalho, em nome próprio, com voz e contrabaixo. Foi vencedor, no Festival Cantar, do Prémio José Afonso em 2011 e, por duas vezes, do Prémio Ary dos Santos (melhor letra), nos anos 2013 e 2015, além do Prémio Adriano Correia de Oliveira (para melhor recriação) com o coletivo Contracorrente, uma criação d’Orfeu, em 2013. É Licenciado em Contrabaixo/Jazz pela ESMAE - Porto (2012) e Licenciado em Educação Musical pela Escola Superior de Educação da Guarda (2000). É, atualmente, Professor de contrabaixo nos Conservatórios de Música de Coimbra e de Aveiro. Miguel Calhaz nasceu na Sertã em 1973.

Luís Fernandes
Além de músico e artista multifacetado, Luís Fernandes desenvolve um trabalho intenso como programador cultural inteiramente ligado ao percurso da d’Orfeu AC, da qual foi co-fundador em 1995. Dos seus projetos criativos, destacam-se Toques do Caramulo ou Reportório Osório, entre outros, nos quais desenvolveu competências de performer músico-teatral e com os quais gravou cinco discos, tendo colaborado ainda noutras gravações e produções televisivas. Estudou flauta transversal, mas toca também viola braguesa e acordeão, entre outros instrumentos. A par da retoma de “Os CantAutores”, prepara atualmente a estreia de nova criação em 2017. Além de múltiplas viagens pelo globo em missão associativa, enquanto artista acumula digressões em Portugal, Espanha, França, Itália, Suíça, Alemanha, Sérvia, Moldávia, Turquia, Hungria, Cabo Verde e Brasil. Luís Fernandes nasceu em Águeda em 1975.

Marco Figueiredo
Licenciado em Jazz pela ESMAE no Porto, o pianista Marco Figueiredo desenvolve uma profícua carreira a solo, além de participar em inúmeros outros projetos musicais. É compositor e arranjador. Gravou três discos em nome próprio, a saber: “Outras Viagens” (2006), “Fotografia” (2011) e "Triologia" (2013). Prepara o seu quarto disco, com edição para breve. Participou em vários outros discos como Isabel Ventura 4tet, Trilhos, Miguel Calhaz, Campanula Hermini, Movimentos Perpétuos e Os CantAutores. Começou a estudar música aos seis anos, tendo estudado nos Conservatórios de Música de Castelo Branco e de Coimbra. Mais tarde, teve aulas de com Paulo Gomes e João Paulo Esteves da Silva. Marco Figueiredo nasceu em Coimbra em 1977.

Rodrigo Neves
Rodrigo Neves estudou saxofone clássico no Conservatório de Música de Aveiro e saxofone jazz na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo no Porto, onde trabalhou com alguns dos melhores músicos e professores nacionais e estrangeiros. Colaborou com artistas reconhecidos como Herman José e Rui Veloso. É músico freelancer, compositor e arranjador, além de membro permanente da Fanfarra Káustika. Colaborou e colabora ainda com inúmeros outros projetos, tendo integrado a última criação d’Orfeu dedicada às músicas de intervenção “Contracorrente”. Rodrigo Neves nasceu em Aveiro em 1979.

Rui Lúcio
Licenciado em Música, variante Jazz, pela ESMAE do Porto, Rui Lúcio é atual Mestrando em Ensino de Música na Universidade de Aveiro. Iniciou os seus estudos musicais aos 14 anos, em percussão, no Conservatório de Música de Coimbra, a par da Filarmónica União Taveirense. Realizou centenas de concertos pelo país e diversas digressões pelo estrangeiro (Itália, Bélgica, Hungria, Rússia, Brasil), além de ter gravado em vários discos. É membro do grupo “A Presença das Formigas” e colabora regularmente com diversos outros grupos e companhias, destacando-se a sua participação nos recentes projetos músico-teatrais do Trigo Limpo teatro ACERT. Mantém uma atividade regular como compositor e arranjador. É diretor artístico da Phylarmonica Ançanense e professor do Conservatório de Música de Coimbra, onde dirige o Curso Profissional de Jazz. Rui Lúcio nasceu em Taveiro em 1981.


HISTORIAL
Este espetáculo temático cumpriu um roteiro de largas dezenas de concertos em Portugal entre 2001 e 2003, tendo ficado também marcado pela edição do CD “Os CantAutores”. Foi um ciclo de concertos de homenagem a três grandes figuras da música portuguesa, em que parte do repertório recriado e interpretado remonta aos anos da revolução dos cravos em Portugal, centrado na figura mítica de José Afonso, abrangendo igualmente a genialidade das obras de Sérgio Godinho e Fausto.
Em Abril de 2005, a d'Orfeu reconstruiu o espetáculo com uma nova formação instrumental com forte componente de sopros. Luís Fernandes rodeou-se de uma fanfarra quase completa para refestejar Os CantAutores: ao clarinete, fagote e trombone da formação original, juntaram-se o saxofone e a tuba. A festa foi rija. No ano seguinte, em versão quarteto e num registo mais intimista, de novo com o piano de Marco Figueiredo e o contrabaixo de Miguel Calhaz, o projeto atacou o que ainda sobrava da obra menos conhecida dos cantautores José Afonso, Sérgio Godinho, Fausto e, então, também José Mário Branco. Os génios de Abril estiveram de novo em palco. Data de 2006 a última série de Os CantAutores. Até hoje.
Pelo meio, a d’Orfeu não deixou de apresentar outras criações marcantes relacionadas com a música de intervenção, nomeadamente “Emboscadas” (2004) e “Contracorrente” (2012-2015), mas é na essência de “Os CantAutores” que se encontra um dos mais memoráveis projetos de recriação da música portuguesa.
O extenso repertório das várias séries de “Os CantAutores” inclui recriações premiadas. O tema Alípio de Freitas obteve o prémio de Melhor Arranjo no Festival José Afonso, em Coimbra. Os temas “A Acupunctura em Odemira” e “Na Catedral de Lisboa” foram distinguidas em diferentes edições do Festival “Cantar Abril”, em Almada.

Local

Vários

Outras informações

d’Orfeu Associação Cultural | Rua Eng. Júlio Portela, 6 3750 - 158 Águeda PORTUGAL | N40.57376º W8.44616º | tel. +351 234 603 164 | fax +351 234 604 842 | dorfeu@dorfeu.pt

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* A informação aqui apresentada foi disponibilizada pelas Câmaras Municipais e/ou agentes culturais. A DRCC declina a responsabilidade sobre qualquer erro e/ou omissão.